A diretoria do Departamento Nacional de
Obras Contra as Secas (Dnocs) se manifestou contra as denúncias de
corrupção no órgão. Por meio de nota, o diretor-geral, Emerson
Fernandes, disse desconhecer os supostos “focos internos de corrupção” e
que “não convive, nunca conviveu, nem conviverá, sequer com indícios de
corrupção”.
As declarações fazem referência à matéria
publicada pelo O POVO no último dia 17, na qual foram descritos
problemas estruturais e éticos no Órgão – como prejuízo de R$ 312
milhões apontado pela Controladoria Geral da União (CGU) por causa de
irregularidades.
De acordo com a nota, “não há nenhum diretor
atual citado em supostas irregularidades. (...) Em relação ao pretenso e
não comprovado prejuízo de R$ 320 milhões, esclarecemos não se referir a
procedimentos ou ações atuais, e também, que a CGU tomou as devidas
providências, já havendo sido dirimida a maioria dos itens, não cabendo
posicionamento condenatório precipitado”, afirma. Embora o diretor-geral
tenha reconhecido ao O POVO que o Dnocs passa por dificuldades, a nota
diz que “o suposto sucateamento de nossas instalações é desmentido com
uma simples visita à sede do Dnocs”.

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