Um tempo atrás fiz uma postagem sobre
os animais de rua, pois bem hoje decidi fazer a segunda parte, mas dessa vez
contando algumas histórias verídicas e tentar compartilhar bons e maus casos
com aqueles que estão começando a participar agora dessa guerra.
Dias anterior
se viu pelas as praças, ruas, e avenidas da cidade animais passeando livremente
como se fossem o seu campo privilegiados e hoje não se ver mais aqueles urubus
que voavam no ar sentindo o mau cheiro da cidade, o cachorrinho transportando
lixo, aquela vaca que pastava no jardim da prefeitura, o jumento que comia lixo
no mercado público, o cavalo que galopava pelas as ruas e os porcos que fuçava
e comia todas as sujeiras expostas no lixão no centro da cidade; onde andas
esses animais que outrora atrapalhava os trânsitos até mesmo os pedestres, todos os dias cada
vez mais animais nas ruas muitos deles não sobrevivem pelo fato de sofrerem acidentes,
serem atropelados, maltratados e até mesmo assassinados cruelmente, pelo
simples fato de que o ser humano é egoísta demais para admitir que não seja a
raça mais importante que existe e que muitos da nossa raça carregam tanta
ignorância no coração que achamos que eles não sentem dor, fome, frio, sede ou
medo, frases como, "É bicho, não gente!" afirmam
como podemos ser irracionais. . Os animais, acham, que voltaram a sua terra de
origem, porque se sabe até ter uma vida mais longa até porque fazem parte de
ciclos diferentes, que talvez venham a se cruzarem, ou seja, viver ao lado do
seu legítimo dono quer é considerado um amigo, porém assassinar faz parte de
outro ciclo mais sádico e doentio.
Deixarei registrado aqui uma lembrança
ou uma saudade do passado, momentos em que a cidade viveu no lixo e na sujeira
que muitos cocalenses não se continham com a vergonha de ver a cidade suja
muitas das vezes se pensava nos visitantes o pensamento deles para Cocal, e até
ajudar um pouco nessa guerra. Tentarei dar alguns exemplos, pois não sei dizer
por onde começou tudo, mas posso deixar claro que o resultado muitas vezes é a
morte lenta e dolorosa.
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