Fonte Tropical Noticias - Cocal-Piauí
Raimundo Martins
EDITORIAL
Certas “coisas só acontecem em Cocal”, observando-se antes tudo os escolhidos para o secretariado da pior administração pública da história de Cocal o que se pode dizer que foi uma tentativa de tampar o sol com a peneira e distorcer a realidade local foi ridículo! Por parte de cada um daqueles que receberam a portaria para ocupar um cargo que na realidade não sabiam se quer o que teriam que desenvolver dentro de suas pastas, um administrador que via somente o fato de subir os degraus de alguns.
Aqueles, que receberam o dinheiro público, deviam ser dignos em suas funções em vez de ficar defendendo quem não entendia o que é ser um gestor publico municipal, por causa disso a população ainda sofre devido o descaso visível deixado por um gestor que se diz filho de Cocal, e se mostrar tão evidentemente irresponsável. O chefe do Executivo e essa cúpula de secretários são uma vergonha para o povo de Cocal e o que é pior: não se enxergam! Olhem-se no espelho e veja quem são: parte de uma administração cancerígena; vocês são pedacinhos de um verdadeiro cancro social que se instalou em Cocal, somente destruíram , depredaram, desrespeitaram e brincaram com o povo usando o dinheiro público e os seus títulos de gestores que infelizmente foram dados pelo povo de Cocal. Uma administração ridícula, levada a cabo por um controlador que mal sabe se expressar corretamente em suas atitudes, estes são os nossos “administradores”!
Na verdade não se sabe quem é o prefeito, em vez de se preocupar com assuntos de grande envergadura do município, ele somente abandonou a cidade e foi morar na capital para fugir dos agiotas, num ato de covardia, ou medo de ameaças, sem a menor necessidade, desrespeitando o trabalho dos funcionários públicos do município de Cocal, e se passando pelo ridículo, apenas para defender o seu direito – na realidade o de se manter prefeito, não os direitos dos funcionários públicos desta cidade, da qual ele recebe um bom salário e ao contrário do que deve ser se preocupa apenas em defender assuntos que são apenas de seu real interesse.
Devem-se denunciar tais culpados por todas as vergonhas e humilhações que já passaram os funcionários públicos de Cocal, tais como cobranças em meio de rua, cobranças bancárias, pagamentos de juros ao banco porque no dia de seu pagamento o dinheiro não entrava nas contas e a manutenção, empréstimos e demais transações bancárias ficavam lá aumentando como bolas de neves, e o principal: a manutenção de casa, o pagamento dos comércios que fornecem o que comer para cada um, e muito mais que não se pode mencionar pela quantidade de coisas já vividas por profissionais públicos. Falta de organização e responsabilidade de um gestor em administrar, que, certamente, o sociedade não aprova comportamento tão deplorável de um profissional dessa honrosa classe.
Vimos que Gestor, secretária de administração e sua amada chefa de gabinete e coautora do caos cocalense, não mereciam tal cargo por tratar mal seu povo, estas pessoas “engordaram” e nada acrescentaram à cidade em quatro anos de administração, e o que é pior, a destruíram totalmente, para quem quiser ver! Não entendo como, após tantos erros, desacertos, denúncias, comprovações e suspeitas graves de desvios de verbas públicas – alô, Polícia Federal – tal grupo de notória incompetência prossegue com as rédeas da administração pública de uma cidade, tendo atrás de si um vice-prefeito que se mostrava valente, corajoso, milimetricamente afinado, e com ele nada pode fazer.
Sem dúvida alguma, se os esses gestores públicos recebessem o título de um homem público grato, seria mais que merecido e, evidentemente, eles seriam destaque nacional – dessa vez, não por causa de investigação de corrupção ou por tão somente “aparecerem” sobre os ombros de autoridades em voga no país.
Mas ao contrário os secretariados e os vereadores que nada fizeram durante toda gestão de 4 anos, que somente assinaram, sem repudiar a expressão popular, são, tanto quanto o prefeito, culpados pelo caos que se vive em Cocal. – incluindo os mais temerosos de perderem seus prestígios políticos – se formos verificar na Justiça ou na conduta pública, não vamos ali encontrar somente “anjinhos repressores” do prefeito. Alguém quer pagar pra ver?
"Nada elogiável"
Eu gostaria muito de ver um cidadão comum elogiar o prefeito de Cocal. O que tenho visto são elogios suspeitos, que vêm somente de pessoas comprometidas ou vinculadas a ele, por isso, soam tão ridículas tais declarações suspeitas. Mas, ao contrário, após tantos desmandos e destruições de patrimônios públicos, o prefeito não tem a coragem de aparecer em público, com medo de ser vaiado. E bem sabemos nenhum - mas nenhum mesmo - elogio ao prefeito Fernando Sales é ouvido de quem seja imparcial em Cocal. Ele se torna uma unanimidade da ineficiência e da suspeição, como provam os diversos processos a que responde na Justiça e ainda as investigações em curso no Legislativo local e no Ministério Público.
Portanto, é lamentável que, pessoas as quais deviam estar trabalhando com seus salários em dias, na verdade estão revoltados e adere a sua indignação às questões como a censura da expressão popular, independente de qual seja, quando o que se visa realmente é “honrar” o chefe. Muitos, a começar pelo o chefe político (e espero que este não assuma nunca, pois se mostra de nível inferior a quem lá está), homem que fez à sua vida servindo a se próprio sem pensar no município – e do qual desconheço qualquer benesse ao lugar – por anos a fio percebendo do erário público, deveriam respeitar ao cidadão que paga os seus salários. Busquem soluções para o caos que os senhores instalaram em nossa vida cotidiana, defasando nossa qualidade de vida, muitos deveria se olhar no espelho e se enxergar, verdadeiramente, quem são. Muitos, que defendem, omitem e mentem a favor de quem nos retira o progresso, não fariam falta nenhuma à Cocal, pois sua função é apenas a de promover, seja quem for que os pague barato para tanto. De fato, as pessoas em Cocal não aguentam mais e hoje não somos aqui em Via Fanzine “voz solitária” a cobrar o evidente, a denunciar os absurdos, abusos e arrochos. Quem é justo, quem é limpo, quem cumpre a lei e não responde a processo na Justiça e, muito menos, recebe dinheiro público lícito ou ilícito, não precisa jamais temer à Justiça, sobretudo, quando esta é notoriamente articulada como arma intimidadora à expressão social.
Justiça, para quem precisa de Justiça!
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