Professores e servidores da educação municipal de Teresina fizeram uma manifestação em frente a Secretaria Municipal de Educação e Cultura, centro de Teresina, na manhã desta terça (21). A classe reclama do corte arbitrário do salário de vários professores, que decidiram atender a lei de reduzir um terço da carga horária disponível para planejamentos.

O protesto do SINDSERM (Sindicato dos Servidores Municipais de Teresina) ainda buscava o pagamento do retroativo do reajuste de 22%, concedido em maio, mas estabelecido em lei em janeiro e pagamento de vale alimentação para os vigias.
Segundo a diretora Ana Célia, o corte foi feito arbitrariamente por dois meses seguidos em várias escolas municipais.
- Queremos negociar com o secretário, mas ele bate o pé para o sindicato e não respeita a lei; disse a diretora.

A professora Lurdes Leite, professora da Unidade Escolar Eurípedes de Aguiar, conta que teve dois cortes no contra cheque, onde o primeiro foi de R$ 542 e em julho de R$ 649 a menos na folha. A professora alega que depois dos cortes muitos professores retornaram e trabalham além do estabelecido, mas ela resiste.
- Enquanto não me provarem que não é lei eu não retorno. Muitos colegas já retornaram, mas eu continuo sem ir um terço que tenho direito; afirma Lurdes.
Uma comissão de sindicalistas se reuniram na secretaria de administração para debater o assunto ainda na manhã desta terça. Tentamos entrar em contato com a assessoria da Semec para explicar o caso, mas não tivemos êxito.

aCESSEPIAUI
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