Dois médicos da cidade de Jales, no
interior paulista, foram indiciados por estelionato, falsidade
ideológica, aborto e cobrança indevida de cirurgia. De acordo com
investigações do Ministério Público Federal, eles lançavam cirurgias
pelo SUS (Sistema Único de Saúde), mas cobravam dos pacientes como se
fossem particulares.
Várias mães foram vítimas dos médicos e a maioria pagava por partos. Em casos em que as mães se recusaram a pagar, eles demoravam para realizar o procedimento e as crianças nasceram com problemas de saúde.
Uma adolescente perdeu o filho com nove meses porque não tinha dinheiro para pagar pelo parto que deveria ser gratuito e foi mandada de volta para casa.
Um dos médicos chegou a cobrar R$ 1.200 de uma empregada doméstica, que teve que transferir o parto para outro hospital. O bebê nasceu com graves complicações por causa da demora.
A Procuradoria pediu a prisão preventiva dos cirurgiões. Procurados pela reportagem, um deles não quis se pronunciar e o outro não foi encontrado.
Várias mães foram vítimas dos médicos e a maioria pagava por partos. Em casos em que as mães se recusaram a pagar, eles demoravam para realizar o procedimento e as crianças nasceram com problemas de saúde.
Uma adolescente perdeu o filho com nove meses porque não tinha dinheiro para pagar pelo parto que deveria ser gratuito e foi mandada de volta para casa.
Um dos médicos chegou a cobrar R$ 1.200 de uma empregada doméstica, que teve que transferir o parto para outro hospital. O bebê nasceu com graves complicações por causa da demora.
A Procuradoria pediu a prisão preventiva dos cirurgiões. Procurados pela reportagem, um deles não quis se pronunciar e o outro não foi encontrado.
Fonte: R7

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