Há brasileiros sem dinheiro no banco e eles correspondem a 36% da população, cerca de 70 milhões dos 192 milhões de habitantes (IBGE). Condições financeiras precárias é a principal razão que restringe o acesso a uma conta corrente ou mesmo a uma poupança.
O dado é da pesquisa CNI-Ibope Retratos da Sociedade Brasileira: Inclusão Financeira, divulgado nesta terça-feira (12/06/12) pela Confederação Nacional da Indústria, que constata uma obviedade: quanto mais baixa a renda familiar, menor o grau de bancarização.
A renda é apontada por 60% dos entrevistados que declararam não ter uma conta, até mesmo por quem ganha mais de dez salários mínimos.
Outros fatores identificados: o alto custo bancário manifestado nas tarifas e juros cobrados (11% dos entrevistados sem conta) e a falta de interesse (7%). A escolaridade interfere na vida financeira: daqueles que não se relacionam com um banco, 67% só têm até a quarta série do ensino fundamental. Com ensino superior, 35%.
Com conta ou sem conta, quatro em cada cinco brasileiros (78% da população) preferem utilizar o dinheiro como principal forma de pagamento, procedimento comum para 88% dos que ganham até um salário mínimo e 38% aos que têm renda acima de dez mínimos (ou seja, mais de R$ 6.200 mil). O cartão de crédito é ideal para 13%; o débito, para 6%. Apenas 1% costuma utiliar o cheque e o vale-alimentação.
Poupança - Apenas três em cada dez brasileiros costumam poupar. São os que têm renda superior a dez salários mínimos que fazem mais reservas (66%). Mas, 17% daqueles que vivem com até um mínimo (atualmente R$ 620) conseguem economizar.
A principal forma é a abertur
Há brasileiros sem dinheiro no banco e eles correspondem a 36% da população, cerca de 70 milhões dos 192 milhões de habitantes (IBGE). Condições financeiras precárias é a principal razão que restringe o acesso a uma conta corrente ou mesmo a uma poupança.
O dado é da pesquisa CNI-Ibope Retratos da Sociedade Brasileira: Inclusão Financeira, divulgado nesta terça-feira (12/06/12) pela Confederação Nacional da Indústria, que constata uma obviedade: quanto mais baixa a renda familiar, menor o grau de bancarização.
A renda é apontada por 60% dos entrevistados que declararam não ter uma conta, até mesmo por quem ganha mais de dez salários mínimos.
Outros fatores identificados: o alto custo bancário manifestado nas tarifas e juros cobrados (11% dos entrevistados sem conta) e a falta de interesse (7%). A escolaridade interfere na vida financeira: daqueles que não se relacionam com um banco, 67% só têm até a quarta série do ensino fundamental. Com ensino superior, 35%.
Com conta ou sem conta, quatro em cada cinco brasileiros (78% da população) preferem utilizar o dinheiro como principal forma de pagamento, procedimento comum para 88% dos que ganham até um salário mínimo e 38% aos que têm renda acima de dez mínimos (ou seja, mais de R$ 6.200 mil). O cartão de crédito é ideal para 13%; o débito, para 6%. Apenas 1% costuma utiliar o cheque e o vale-alimentação.
Poupança - Apenas três em cada dez brasileiros costumam poupar. São os que têm renda superior a dez salários mínimos que fazem mais reservas (66%). Mas, 17% daqueles que vivem com até um mínimo (atualmente R$ 620) conseguem economizar.
A principal forma é a abertura de uma caderneta de poupança (68%). Guardam dinheiro em casa 16% e mesmo percentual mantém o dinheiro na conta corrente. Aplicações em fundos de investimento e CDBs e outras são utilizadas por 3% da população.
Segundo o economista da CNI Danilo Garcia, o brasileiro, comparado a outros países, não é bom poupador: "Temos um percentual relativamente baixo de poupança. Isso pode significar, entre outros fatores, que o crédito está sendo tomado para o consumo.”
Dívida - Quanto mais alta a renda, mais alta a possibilidade de uma pessoa se endividar. Apresentaram alguma dívida 53% daqueles que ganham acima de dez mínimos. Com até um mínimo, estão endividados 26%. Os homens contraem mais dívidas do que as mulheres: 41% contra 35%.
As opções de endividamento são o cartão de crédito (32%); carnê ou caderneta direto na loja (25%); financiamento ou empréstimo bancário (20%); empréstimo consignado (17%); cartão de loja (16%); empréstimos com financeiras (8%); e limite do cheque especial (5%).
A pesquisa CNI-Ibope ouviu 2.002 pessoas em 141 municípios em todo o País entre 15 e 19 de março de 2012. A margem de erro é de dois pontos percentuais para cima ou para baixo.a de uma caderneta de poupança (68%). Guardam dinheiro em casa 16% e mesmo percentual mantém o dinheiro na conta corrente. Aplicações em fundos de investimento e CDBs e outras são utilizadas por 3% da população.
Segundo o economista da CNI Danilo Garcia, o brasileiro, comparado a outros países, não é bom poupador: "Temos um percentual relativamente baixo de poupança. Isso pode significar, entre outros fatores, que o crédito está sendo tomado para o consumo.”
Dívida - Quanto mais alta a renda, mais alta a possibilidade de uma pessoa se endividar. Apresentaram alguma dívida 53% daqueles que ganham acima de dez mínimos. Com até um mínimo, estão endividados 26%. Os homens contraem mais dívidas do que as mulheres: 41% contra 35%.
As opções de endividamento são o cartão de crédito (32%); carnê ou caderneta direto na loja (25%); financiamento ou empréstimo bancário (20%); empréstimo consignado (17%); cartão de loja (16%); empréstimos com financeiras (8%); e limite do cheque especial (5%).
A pesquisa CNI-Ibope ouviu 2.002 pessoas em 141 municípios em todo o País entre 15 e 19 de março de 2012. A margem de erro é de dois pontos percentuais para cima ou para baixo.
Nenhum comentário:
Postar um comentário